Calendario 13 / Julho / 2016 Cantidad de comentario Sem comentários

Controle absoluto sobre o conteúdo, o design e a promoção do livro, possibilidade de fixar o preço de venda e lucros de 80% são algumas das vantagens da edição independente. Para todos os que tenham entre seus objetivos de 2016 escrever e publicar um livro, a Bubok enumera aqui 10 vantagens da edição independente:

 

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1. Controle absoluto sobre o livro. “Você escreve, você decide”

Apostando pela edição independente, o autor tem controle absoluto sobre sua obra, desde o conteúdo até ao design da capa. O escritor é seu próprio editor, então não tem que obedecer às ordens de ninguém, decidindo quem faz a correção, paginação ou design de seu livro. Em Bubok, o autor pode publicar de forma completamente gratuita seu livro através da plataforma e além disso pode contratar serviços para ajudá-lo a obter um acabamento profissional (corretor, ilustrador, gestão de ISBN, etc), no caso de que o escritor não disponha desses recursos.

2. Decisão final sobre distribuição e pontos de venda

É o autor quem decide se quer vender seu livro em papel ou em ebook, ou em ambos formatos, e também o circuito no qual vai vender o seu livro: livrarias físicas, plataformas de internet, em sua página web, etc. Em Bubok, por exemplo, há a opção de vendê-lo em qualquer parte do mundo, não só através da sua plataforma on-line, mas também em outras como Amazon, Apple e Google Books.

3. Lucro de 80% em vez dos habituais 8%

O autor ganha mais pela sua obra que em uma editora tradicional. No caso de Bubok, 80% do lucro vai para o autor e 20% para a Bubok.

4. Não é preciso investir num stock, o autor fixa o preço de venda e pode receber os seus lucros mensalmente

O autor decide o preço de venda da edição impressa e/ou digital, inclusivamente pode disponibilizar os downloads gratuitamente. Além disso, não precisa de fazer um investimento inicial em stock de livros, dado que a impressão faz-se sob demanda (POD). Outra das grandes diferenças entre a edição tradicional e a edição independente, é que neste caso o autor tem acesso às estatísticas em tempo real e recebe antes o valor que lhe corresponde por essas vendas. No caso da Bubok, pode receber mensalmente.

5. Tomar as rédeas da promoção e trabalhar para uma marca pessoal

Quando o escritor investe tempo e energia na promoção da sua própria obra, não só tem a liberdade de escolher como e quando fazê-la, mas também cultiva a sua própria marca pessoal e não a de um grande grupo editorial. Além do mais, o autor tem à sua disposição, hoje em dia, inúmeras ferramentas para fazê-lo: apresentações físicas, página web, redes sociais, booktrailer (vídeo sobre um livro parecido a um trailer de cinema), biblet (ferramenta que permite visualizar as primeiras páginas de um livro e também interagir com ele de diferentes formas), paper ebook (apresentação atrativa em papel de um livro eletrônico que inclui um código QR e/ou link URL), etc. Na edição tradicional este trabalho está nas mãos das editoras, no entanto nem todos os livros são promovidos de igual forma, dado que normalmente os recursos costumam estar destinados apenas aos autores mais famosos.

6. Os livros com temáticas “de nicho” são viáveis

As grandes editoras guiam-se por critérios comerciais e costumam apostar por livros de temáticas que estejam dirigidas ao grande público, e não por obras cujas temáticas interessam a minorias. Portanto a edição independente é uma oportunidade para livros especializados dirigidos a minorias e de temáticas que são difíceis de encontrar em editoras tradicionais.

7. Sem intermediários que não contribuem

No circuito tradicional há muitos agentes intermediários, desde o agente literário ao livreiro, passando pelo editor e o distribuidor, e em cada passo perdem-se percentagens. Na edição independente é o autor quem decide quem intervem e se contribui com algo durante o processo.

8. Ser independente permite ser mais ágil

A flexibilidade e agilidade de uma editora independente é muito maior do que a de uma editora tradicional. Por exemplo, quando o autor finaliza sua obra, a publicação e venda pode ser imediata. Igualmente, o escritor pode as revisões que quiser e o comprador sempre vai ter a versão mais atualizada, sem esperar uma próxima tiragem. Também pode fazer modificações na capa ou em qualquer outra parte do livro, sem ter que esperar por uma nova edição.

9. Associação livre e autocontrolo dos direitos de autor

O autor tem completa liberdade de associar-se com outros autores, participar em comunidades e associações que desejar, colaborar com os meios e profissionais que considere conveniente, sem se preocupar se são do seu grupo editorial ou não. Igualmente, tem o controlo dos seus direitos de autor e se a obra tiver sucesso e editoras nacionais ou de outros países se interessarem em comprar os direitos da obra podem fazê-lo sem as típicas restrições de uma editora.

10. O autor como empreendedor cultural: “Um livro é uma start-up”

Editar um livro por conta própria é a mesma coisa que montar uma empresa própria. É necessário estabelecer objetivos, tempos, metas, orçamentos, informar-se de questões legais, tendências de mercado, etc… O autor tem que se enfrentar à sua obra como se fosse uma start-up.

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